quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Passando mais 4 dias em Lyon e retornando ao Brasil
Às 10 horas e 45 minutos saímos de Paris com destino a Lyon. A nossa viagem de TGV demorou 1 hora e 55 minutos. Quando chegamos na Gare Part Dieu ( em Lyon ) nosso filho , nora e neta fizeram uma surpresa. Pegamos o metrô e fomos para o apartamento ,onde almoçamos e descansamos um pouco.Às 15 horas já estávamos na Rue Victor Hugo fazendo umas compras. Na volta fizemos um lanche em uma Brasserie na Jean Jaurrés.
Na manhã seguinte fomos ao shopping Part Dieu. Já estamos nos preparativos para o retorno ao Brasil. À noite fomos jantar na Vieux Lyon juntamente com a senhora francesa que alugou o apartamento para nosso filho durante a sua estadia de um ano com a família. Ela sempre foi muito gentil e estava sempre pronta a ajudar .
Hoje ( 15 de abril de 2010 ) passamos o dia arrumando mais algumas malas,pois amanhã estaremos retornando para o Brasil. À noite fomos jantar na casa da nossa amiga francesa. Agradecemos toda a atenção que ela dispensou aos nossos entes queridos e a nós. Esperamos que um dia possamos retribuir no Brasil toda sua atenção.
Lyon foi uma cidade que muito nos acolheu e com certeza retornaremos em outra oportunidade. Com certeza todos nos estamos retornando para o Brasil melhor do que quando aqui chegamos.
Dia 16 de abril- ( retorno ao Brasil ) fomos para o aeroporto em uma van e um carro de um casal amigo do nosso filho e nossa nora ,pois a nossa bagagem e a deles era enorme. Imaginem uma bagagem de uma família que morou um ano fora. Pegamos o avião às 13 horas e 10 minutos com destino a Lisboa. Com 2 horas e 6 minutos já estávamos chegando. Saímos de Lisboa às 16 horas e 56 minutos ( hora local ) com destino a Salvador. Nosso tempo de voo foi de 8 horas e 5 minutos.
Quando chegamos fomos recebidos pelos familiares com muita festa.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Retornando a Paris
PARIS
No dia 6 de abril de 2010 chegamos em Paris ,vindo de Amsterdam para passarmos 6 dias. Saímos de Amsterdam às 10 horas e 20 minutos de TGV e depois de 3 horas e 18 minutos chegamos na Gare Nord em Paris. No ano passado estivemos em Paris e ficamos hospedados próximo à Torre Eiffel. Este ano ficaremos na Place D'Italie. Fomos para o hotel de metro. Depois de tudo organizado , saímos para almoçar e ficamos passeando pela redondeza . Antes de irmos para o hotel fizemos um lanche e resolvemos que iriamos dormir cedo.
PLACE D'ITALIE
Segue algumas dicas desta cidade encantadora:
Os parisienses chamam a sua capital de "cidade das cem vilas", porque cada bairro tem sua própria personalidade, e sua cota de história e mistério.
Na Paris do século XIX houve um grande desenvolvimento urbano. Entre 1850 e 1870, a cidade dobrou de tamanho, e 70% do velho centro foi demolido, para ser em seguida reconstruído sob a supervisão do barão Haussmann. Não saia de Paris sem conhecer o mágico bairro de Montmartre . Pare um pouco para ver as magnificas vistas de Paris do alto do monte, a agitada praça dos artistas e os tentadores restaurantes. Com certeza você gastará uma boa parte do dia neste local.
Vale a pena comprar o passe para museus, de 2, 4 ou 6 dias, que permite entrar neles sem enfrentar filas. Ao comprar o passe, peça o livreto que lista os museus participantes. Você pode comprar o passe pela internet no site WWW.parismuseumpass.fr, antes de sair de casa. A maioria dos museus é gratuito para menores de 18 anos, alguns dão descontos para quem tem entre 18 e 25 anos, e a maioria fecha às segundas ou terças.
Paris é maravilhosa em qualquer época do ano, mas a primavera e o outono são ótimos para andar. O mês de agosto é o principal período de férias dos franceses. Embora possa ser muito quente em agosto, é uma das melhores épocas para os visitantes. Lembre-se de usar sapatos confortáveis para andar, e um chapéu de verão. Carregue sempre uma garrafa de água.
Agora, um pouco de história desta cidade:
Vestígios arqueológicos sugerem que os membros de uma tribo celta, os parisii, foram os primeiros a se instalar na Île de la Cité, no meio do rio Sena, no século III a.C. A Île de la Cité era um assentamento seguro, com o Sena servindo de fosso natural, mas nenhuma defesa seria suficiente para proteger os celtas da invasão romana de 52 a.C. Havia uma relativa paz entre os romanos e os celtas, e a cidade, rebatizada como Lutécia ( que significa "nascida das águas "), prosperou. Os parisii eram construtores de barcos e hábeis marinheiros, inspirando os administradores romanos a escolher o navio como o seu símbolo. O lema latino de Paris era: Fluctuat Net Mergitur, ou seja, "Flutua e não afunda "
O emblema e o lema ainda são usados hoje. Na época romana, a ilha era dividida por um eixo norte sul: o leste era residencial e o centro da vida espiritual, e o oeste era administrativo. Hoje existe a mesma divisão, ma a Catedral medieval de Notre Dame substituiu o templo romano a Júpiter. No século XIX, muitas igrejas e o labirinto de casas medievais foram demolidas, nascendo as ruas retas de Haussmann. O Memorial de la Déportation ( Monumento aos Deportados) modernizou a ilha, e você poderá ver aqui cerca de 2 mil anos de história.
Este memorial subterrâneo é dedicado às 200 mil pessoas deportadas da França pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, que mais tarde morreram em campos de concentração. Ha um corredor forrado por 200 mil contas de vidro, uma para cada pessoa. O túmulo de mármore preto em primeiro plano é de deportado anônimo, e simboliza todos eles. De ambos os lados do memorial há câmaras de concreto que recriam as celas dos campos de concentração. Uma Chama Eterna fica sempre ardendo. A inscrição diz: "Perdoe - mas não esqueça "
Vamos agora para o nosso tour:
No dia seguinte , tomamos o nosso café no próprio hotel e 10 horas já estávamos prontos para a batalha.Pegamos o metro e fomos para a Torre Eiffel. A fila estava um pouco grande . Com um pouco de conversa não sentimos o tempo passar. Subimos , tiramos lindas fotos e admiramos a "Cidade Luz"do alto.
RETRATO TIRADO DO ALTO DA TORRE EIFFEL
VISTA DA CIDADE DO ALTO
Um pouco de história da Torre Eiffel:
O tradicional símbolo de Paris ( A Torre Eiffel ), fica em meio a espaços abertos, parques e jardins. Esta área foi usada para as Exposições Universais, realizadas a cada 11 anos entre 1855 e 1937. A última delas teve como pano de fundo as pesadas nuvens da Segunda Guerra Mundial. Na época, dois pavilhões imensos e ameaçadores, o da Rússia e o da Alemanha, erguiam-se nos Jardins du Trocadéro, de cada lado dos atuais fortes. Estas deslumbrantes exposições universais eram organizadas para mostrar ao mundo que a França era pelo menos uma nação politicamente estável e com forte industrialização. Prova disso eram as magnificas mostras de arte, indústria e engenharia. E o que poderia ser mais adequado para atestar a força industrial da França do que a torre mais alta do mundo ? Em 1889 foi inaugurada a Torre Eiffel, que se ergue a 304m de altura. Esta incrível realização atraiu 32 milhões de pessoas, e paris teve que modernizar sua infra estrutura para poder lidar com o fluxo de visitantes.Surgiram novas ruas, o metrô, pontes, ferrovias, hotéis, restaurantes e até cabarés. A cidade ainda tem vestígios dessas exposições universais na forma de edifícios, esculturas e monumentos, mas nenhum deles é mais espetacular do que a Torre Eifffel.
FILA PARA O PASSEIO NO RIO SENA
Aproveitamos que já estávamos pertinho, fomos fazer o passeio de barco pelo rio Sena. Quando saímos do barco fizemos um bom lanche próximo à Torre. Fomos andando até a Avenida Champs Elysées onde chegando no Arco do Triunfo encontramos uma homenagem que estava sendo prestada ao soldado desconhecido.
CHAMPS ÉLYSÉES
Napoleão quis criar um grande teatro ao ar livre, onde pudesse fazer exibições para celebrar suas vitórias militares. A avenida dos Champs Élysées deveria ser o palco e o Arco do Triunfo, o pano de fundo. O único trajeto de Napoleão pelo Arco do Triunfo e descendo Champs Élysées foi feito a pé, quando seu caixão foi levado até Les Invalides.
Como estava um pouco frio tomamos um ótimo chocolate admirando o movimento desta avenida tão famosa.
Pegamos o metrô e retornamos para as proximidades do nosso hotel onde jantamos e fomos dormir bem exaustos e felizes.
No dia seguinte às 9 horas já tínhamos tomado café estravamos prontos para irmos à Catedral de Notre Dame. Uma placa de metal sobre uma pedra da calçada em frente à Catedral assinala o Marco Zero de Paris. Ela acabou virando uma "Pedra dos Desejos ", mas é o ponto a partir do qual as distâncias até outras cidade são medidas. A primeira pedra da Catedral foi colocada em 1163 e demorou quase 60 anos na sua obra.
NOTRE DAME
NOTRE DAME
Quando saímos de Notre Dame pegamos o metro e fomos para o bairro boêmio de Montmartre.Pegamos o funiculaire e subimos as escadarias do Sacré Coeur, onde admiramos a vista , as apresentações nas escadarias e visitamos a basílica. Esta basilica foi construida juntando contribuições, depois que a França foi derrotada pela Prússia em 1870. Ela foi projetada pelo arquiteto Paul Abadie, inspirada na basílica românica de St. Front, de Perigueux, e feita de pedra muito branca,autolimpante com a chuva.É dedicada a todos os santos da França, retratados num imenso mosaico no interior. Duas estátuas dos santos protetores da França montam guarda a cavalo no exterior: São Luís, segurando a Coroa de Espinhos, e Santa Joana d'Arc. O campanário tem o maior sino da França, grande o suficiente para abrigar 36 pessoas em pé embaixo dele. Na construção, ficou na colina vizinha, sustentado por grossos pilares. Bombas americanas quase destruíram a igreja ao final da Segunda Guerra Mundial.
Saíndo da basílica fomos direto para a place du Tertre, famosa por seus artistas e restaurantes. "Tertre"significa "pico", e esta área no alto da colina, já foi a praça principal da vila. Ela ferve e atividade, com centenas de artistas de rua oferecendo seus quadros. A palavra bistrô, fi cunhada aqui. Após as Guerras Napoleônicas, soldados russos, vinham aqui e pediam comida gritando "bistrot", ou seja "depressa"em russo.
O Moinho é um dos símbolos de Montmartre. A colina de Montmartre já foi coroada de moinhos que produziam farinha para fazer para fazer pão.
Almoçamos ( ou jantamos ,pelo horário ) em Montmartre e voltamos para as escadarias da basílica onde ficamos vendo algumas apresentações e artístas de rua. Alí eles tocam, dançam, vendem cds e alegram o ambiente.
Admiramos do alto a cidade iluminada e voltamos para o hotel de metrô.
MOULIN ROUGE
BASILICA DE SACRÉ COEUR
PRAÇA DOS ARTÍSTAS
No dia seguinte , logo apos o café da manha já estavamos prontos para passarmos o dia visitando o Louvre. Não tínhamos comprado o ingresso pela internet , mas a fila estava razoável .
O Louvre já foi o palácio dos reis da França, e vários governates constríram diferentes alas ao longo do tempo.
Antes de entrarmos no museu tiramos alguns retratos do lado de fora e principalmente na pirâmide de vidro invertida e na pedra vertical um, famosa como local de descanso do Santo Graal no romance de Dan Brown, O código Da Vinci. Se não quiser visitar o musu, mas apenas ver a pirâmide de vidro por dentro, passe pela ssegurança e siga em frente. Você pode tomar um café sob a pirâmide. A vista é linda de dentro, quando você olha através da pirâmide para a elaborada arquitetura do Louvre. Segundo Dan Brown, ela é formada por 666 painéis de vidro ( número que símboliza o demônio ).
Entramos no museu e passamos quaase o dia inteiro admirando as suas obras. Estávamos curiosos em ver de perto a Monalisa. Todos os as outras obras de arte você passa juntinho, mas a Monalisa você fica um pouco distante pois a proteção ao redor dela é muito grande.
Quando saímos do museu fomos almoçar ( ou jantar ) e continuamos andando pelos jardins e ruas próximas. Voltamos para o hotel de metrô.Ja tínhamos combinado com um amigo nosso que nasceu em Itaparica ( Bahia - Brasil ) e que casou com uma francesa muito simpática que nos encontrariamos no shopping perto do hotel onde bateríamos um bom papo.
PIRÂMIDE DO LOUVRE
LOUVRE
JARDIM DO LOUVRE
ARC DU CARROUSEL
Acordamos e fomos tomar café. Mais ou menos às 0 horas estávamos no local combinado do nosso encontro. Foi muito bom para todos nós . Ficamos todos muito felizes. Depois de um bom papo, resolvemos voltar a Montmartre pois ele ainda não conhecia. Pegamos o metrô e quando lá chegamos estava lotado de gente. Ele e a esposa foram até a Praça dos Artistas e nos fícamoss nas escadarias da basílica assistindo as apresentações. Descemos as escadarias pela frente da basílica e fomos tomar o nosso metrô para a Place d'Italie. Almoçamos e voltamos para o shopping onde fizemos algumas compras. Os nossos amigos também voltaram para a casa de uma irmã dela uma vez que eles moram um pouco distante de Paris. Fomos para o hotel pois amanhã será nosso último dia desse nosso tour em Paris.
ESCADARIA DA BASÍLICA DE SACRÉ COEUR
Acordamos cedo, tomamos nosso café bem reforçado no nosso hotel . Pegamos o metrô na Place d'Italie e fomos conhecer a Ópera de Paris.
Segue um pouco de história:
Amplos bulevares, feitos para carruagens, abrigam agora grandes hotéis, salões de chá, lojas de departamentos e a incrível Ópera de Paris. Este bairro resume a majestosa nova Paris de Napoleão III e do barão Haussmann, construída em 1852 e 1871. Neste período grande parte do centro antigo foi demolido e as sinuosas ruas antigas foram substituídas por avenidas e bulevares, construídos para aliviar o trânsito e permitir ao exército controlar melhor os revolucionários. Uma nova safra de ricos industriais se instalou nesta área. Uma revolução arquitetônica, especialmente na construção de painéis de vidro, permitiu erguer edifícios maiores, e esta era foi o auge das grandes lojas de departamentos,teatros, casas de ópera e estação ferroviárias. a magnifica Opéra Palais Garnier, foi construída a pedido de Napoleão III, e a avenue de L'Opéra foi aberta para que ele pudesse chegar lá mais facilmente e em grande estilo, embora ela só tenha sido inaugurada depois que ele foi mandado para o exílio. Apesar de ainda manter a realeza, este bairro histórico não ficou parado no tempo; as lojas vendem a última moda, os cafés servem culinária atual e o Opéra Palais Garnier encena produções modernas.
A Ópera é um dos edifícios mais extravagantes de Paris. Projetado por Charles Garnier para o Imperador Napoleão III em meados do século XIX, ele domina este bairro. As obras do edifício foram dificultadas pela descoberta de água no subsolo. Durante um ano foi feito um bombeamento 24 horas por dia, mas não adiantou,por isso a Ópera fica sobre um tanque artificial de água projetado por Garnier para impedir que a água se infiltrasse nos alicerces. Isto deu origem à famosa história do fantasma desfigurado que assombra a Ópera.
Depois de explorarmos um pouco esta preciosidade fomos conhecer e chegamos a fazer algumas compras na duas mais famosas lojas de departamentos de Paris: as Galleries Lafayette e a Printemps.
Continuando nossas andanças passamos pela avenida Ópera, Rue de Rivoli, Place Vendôme, Place de La Concorde , a estatua de Joana d'Arc, Jardin des Tuileries e por fim chegamos na Champs Elysées, onde fomos até o Arco do Triunfo.
Aproveitamos para fazer um bom lanche nesta linda avenida e voltamos para o nosso hotel bem cansados ,pois andamos o dia inteiro. Temos a certeza que este dia contribuiu para conhecermos mais um pouco da história desta cidade encantadora. Amanhã estaremos indo para Lyon e levando a saudade e a vontade de voltar no próximo ano para conhecer mais um pouquinho desta cidade.
Segue mais um pouco da história dos locais que hoje conhecemos.
A estátua dourada de Joana d'Arc a cavalo, foi criada pelo escultor Frémiet ( 1824- 1910 ). Santa Joana foi ferida aqui em 1426, tentando tomar Paris dos ingleses durante a Guerra dos Cem Anos.
O Jardin des Tuileries foi projetado em 1664 por Le Nôtre, jardineiro de Luís XIV. Composto por gramados muito bem aparados, canteiros de flores e uma espetacular estatuária, ele se estende desde o Louvre até a Place de la Concorde, e é um bom local para descanso, relativamente afastado das ruas de trânsito congestionado. Dizem que o jardim é assombrado à noite pelo espectro ensanguentado de uma das vítimas de Catarina de Médicis ( os Médicis já moraram no Palais de Tuileries.
ARCO DO TRIUNFO
CHAMPS ÉLYSÉES
ÓPERA DE PARIS
GALLERIES LAFAYETTE
CONCORDE
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Conhecendo Amsterdam, Volendam e Marken
No dia primeiro de abril de 2010 às 12 horas e 18 minutos saímos de Bruxelas de TGV e chegamos às 13 horas e 30 minutos na Gare Amsterdam Central. Como o nosso hotel ficava bem próximo da gare fomos andando.
CENTRAAL STATION
A minha primeira surpresa em Amsterdam foi um estacionamento para bicicleta que ficava perto do nosso hotel. Nunca tinha visto tanta bicicleta em um só lugar. As pessoas chegavam arrumadas, com salto alto, os homens de paletó como se estivessem dirigindo um carro luxuoso. Eu sempre tive em mente que bicicleta era para atividade física e para pessoas que não continha condições de ter um carro.É impressionante como eles usam bicicleta.
CANAIS DE AMSTERDAM
ESTACIONAMENTO PARA BICICLETAS
Vamos passar 5 dias na Holanda.
Amsterdam surgiu de pântanos drenados e se transformou no lugar que se conhece hoje. Amsterdam é o lugar menos convencional da Europa. Aqui, as pessoas evitam os carros e preferem circular de bicicleta. A prostituição é legal e totalmente pública na única cidade do mundo em que se pode folhear um cardápio de maconha e fumar um baseado numa coffee shop. E a Holanda também foi o primeiro país a legalizar o casamento de homossexuais. Você pode também aproveitar para visitar vários museus como o de Anne Frank e admirar as obras de Van Gogh ou de Rembrandt.
O centro velo de Amsterdam é delimitado pelo rio Ij e pela Centraal Station, ao norte, espraiando-se para o sul numa rede de canais e ruas medievais. As principais e movimentadas artérias são as avenidas Damrak e Rokin, que dividem o centro em Nieuwe Zijde ( lado novo ), a oeste da praça Dam, e Oude Zijde ( lado velho ), a leste.
O Bairro da Luz Vermelha ( red light district, zona de prostituição fica no lado velho e é formado por uma rede de ruas.
Se você chegar a Amsterdam de avião o aeroporto Schiphol está a 15 quilômetros a sudeste do centro. A Holanda é conhecida como "Países Baixos",pois grande parte de suas terras estão abaixo do nível do mar. O seu aeroporto está a mais ou menos 4 metros abaixo do nível do mar e o seu nome significa "buraco do navio ".
Amsterdam logo chama a nossa atenção para a beleza dos seus canais. Resolvemos dar uma andada para fazermos o reconhecimento da proximidade.Como sempre digo, turista descobre os locais sempre andando. Descobrimos um restaurante brasileiro e sem querer, querendo chegamos no Bairro da Luz Vermelha. Ele ocupa a área a leste da Damrak. É bem interessante,pois as prostitutas pousam nuas nas vitrines e os homens param para acetar preço. Elas ficam dançando e fazendo vários gestos chamando os fregueses. Não se pode tirar retratos. Você vai encontrar nas vitrines desde mocinhas até senhoras de quase 80 anos. Não pense que é uma área pequena . São várias ruas e o interessante é que passamos rente às vitrines que ficam dos dois lados da rua. Você divide a calçada com jovens dando risadas, outros acertando o programas e famílias passeando . Quando elas estão com cliente a cortina da janela é fechada.
CANAIS DE AMSTERDAM
ESQUINA DO MUSEU DE ANNE FRANK
MUSEU ANNE FRANK
Outra coisa que muito me chamou a atenção em Amsterdam foram os sanitários públicos. Eu vi de duas maneiras. Uma imitava um pênis com 3 buraquinhos onde os homens simplesmente se resolviam naquela abertura na frente de todo mundo . Um outro era um pouco mais discreto pois tinha uma proteção circular toda furadinha onde ele fazia xixi no chão , claro que em pé. Não vi nenhuma mulher fazendo xixi na rua.
SANITÁRIO PÚBLICO
Jantamos e voltamos para o hotel. Da janela do nosso quarto tínhamos uma paisagem espetacular
No dia seguinte tínhamos um compromisso agendado para às 10 horas. No final do ano passado nossos filhos tinham ido com a família passar o Ano Novo em Amsterdam e não conseguiram visitar o Museu de Anne Frank , qual era o absurdo do tamanho da fila. Eles nos deram a dica de comprar pela internet e já levar agendado. Fizemos como foi orientado e lá chegamos e entramos na mesma hora. Lá no museu você vai ver a emocionante e sofrida história de Anne Frank. É uma narrativa sempre relembradas de uma vida na clandestinidade durante a Segunda Guerra Mundial. A casa modesta em que a família Frank se escondeu com amigos por dois anos, quando da ocupação nazista, dá uma noção da angústia das vidas claustro-fóbicas que levaram por trás das janelas escuras. O próprio diário isolado em uma redoma de vidro, é muito comovente. O único sobrevivente da família foi Otto, pai de Anne, que voltou para casa, publicou o diário e ajudou a inaugurar o museu em 1960. Agora, a entrada fica num prédio moderno, ao lado.
Ao sairmos do museu fizemos um lanche rápido pois tínhamos comprado os bilhetes para um passeio pelos canais de Amsterdam e um outro passeio de ônibus onde iriamos visitar uma fábrica de diamantes ( Gassan Diamonds ).
O passeio pelos canais é uma coisa imperdível. Vimos as comportas que controlam o fluxo das águas e as lindas casas barco. Foi chamado a nossa atenção para a casa mais estreita do mundo.
PASSEIO PELOS CANAIS DE AMSTERDAM
CASA BARCO
Quando voltamos deste passeio fomos procurar o restaurante brasileiro para jantar. Andamos em todas as direções e não encontramos. Fomos para outro . Depois descobrimos que estávamos andando na direção contrária.
Depois do jantar fomos para o hotel pois para o dia seguinte tínhamos comprado um pacote para passarmos o dia em Marken e Volendam.
Pegamos um ônibus na porta da agência de turismo com destino a Marken. Marken é conhecida pelas suas verdes e brancas. Visitamos uma fábrica de tamancos holandês. Vimos todo o processo desde a madeira bruta até o acabamento final ,onde ele é pintado. Claro que compramos algumas lembranças. Os tamancos e as tulipas marcam a Holanda.
MARKEN
RUAS ESTREITAS DE MARKEN
CASA VERDE E BRANCA EM MARKEN
Quando saímos da fábrica de tamancos ,passamos pelas becos estreitos e bem tratados de Marken e fomos até o porto onde pegamos um barco que nos levaria a Volendam. Volendam é uma pequena cidade de 20 mil habitantes às margens do Ijsselmeer, o maior lago da Holanda. É uma cidade de pescadores e a tradição holandesa é muito forte. As lojas vendem souvenirs e podem ver pessoas vestidas em trajes tradicionais. Tirei um retrato como holandesa.
Foi uma experiência muito boa ver chegar do Mar do Norte os grandes navios pesqueiros. Fizemos um bom lanche neste local.
Turista sempre paga mico. Estávamos certos que iriamos retornar de Volendam para Amsterdam de barco e ficamos próximo ao barco esperando a hora do embarque. Num determinado momento notamos que estávamos sozinhos e resolvemos perguntar ao marinheiro do barco que ali chegamos. Ele disse que o retorno ia ser de ônibus e ficava um pouco distante. Saímos em disparada e chegamos no local quase na hora da saída
BARCOS PESQUEIROS EM VOLENDAM
ORLA DE VOLEDAM
No retorno para Amsterdam tivemos várias experiências agradáveis. Vimos como eles aterram o local onde vão construir as suas casas, as lindas plantações de tulipa, e uma coisa que muito me chamou a atenção, foi passar por uma estrada abaixo do nível do mar. Você olha e ver o mar acima da estrada. É bem interessante.
Neste nosso retorno paramos em uma fábrica de queijos, onde degustamos de vários tipos.
A nossa última parada foi na região dos Moinhos de Vento . Nos disseram que os primeiros moinhos foram feitos com madeira trazidas do Brasil. Hoje eles existem em uma quantidade muito pequena.
MOINHOS HOLANDESES
COMPORTAS EM AMSTERDAM
VOLTANDO PARA AMSTERDAM
Quando chegamos em Amsterdam já era noite.
Nos dois outros dias que passamos em Amsterdam , aproveitamos para conhecer melhor a cidade, indo aos restaurantes, voltando ao bairro da Luz Vermelha , a Praça Dam e uma taberna tipicamente holandesa.
A Praça Dam , mais conhecida como Dam ( represa ) esta praça ampla e cheia de turísta, situa-se no centro medieval de Amsterdam. Aqui ficava a represa original que atravessava o rio Amstel, que du o nome à cidade.
PRAÇA DAM
Adoramos a Holanda. Os seus canais e suas casas barco ficarão sempre na nossa memória.
Amanhã estaremos indo mais uma vez para Paris.
Ida a Antuérpia
Saímos de Bruxelas mais ou menos as 9 horas . Pegamos um trem com destino a Antuérpia. Trocamos de trem em Antuérpia - Bechem.
Assim como Bruxelas, Antuérpia é outra fantástica cidade belga. Ela é o segundo maior porto europeu e um dos centros mundiais do comércio de diamantes. Apesar das marcas da guerra, existem pontos que lembram seu passado medieval e renascentista.
Saíndo da Estação Bruxelas Midi , após 40 minutos você está na Central Station de Antuérpia. ( A estação mais linda que já conheci. Parece um teatro ).
A cidade é compacta e muito fácil de andar à pé,mas existe uma boa rede de transporte público.
Passamos o dia andando. Só paramos para fazer um lanche e na hora do almoço.
A praça mais grandiosa de Antuérpia é cercada de casarões com frontões em volutas e estátuas douradas. A fonte central retrata Brabo, soldado romano que, segundo a lenda, decepou a mão de um gigante que exigia impostos dos navios. Alguns dizem que foi assim que a cidade ganhou seu nome "hand werpen ", ou perda da mão. Seja como for, a fonte impressiona, com a água jorrando da mão decepada do tirano.
Depois de andarmos bastante , voltamos para a gare . Desta vez pegamos um trem direto para Bruxelas.
Quando chegamos fomos jantar e logo após nos dirigimos para o nosso hotel ,pois estavamos cansados e felizes.
Ainda encontramos um pouco de energia para arrumar a bagagem ( que cada dia aumentava mais ), poia amanhã estaremos indo para Holanda.
Assim como Bruxelas, Antuérpia é outra fantástica cidade belga. Ela é o segundo maior porto europeu e um dos centros mundiais do comércio de diamantes. Apesar das marcas da guerra, existem pontos que lembram seu passado medieval e renascentista.
Saíndo da Estação Bruxelas Midi , após 40 minutos você está na Central Station de Antuérpia. ( A estação mais linda que já conheci. Parece um teatro ).
A cidade é compacta e muito fácil de andar à pé,mas existe uma boa rede de transporte público.
Passamos o dia andando. Só paramos para fazer um lanche e na hora do almoço.
A praça mais grandiosa de Antuérpia é cercada de casarões com frontões em volutas e estátuas douradas. A fonte central retrata Brabo, soldado romano que, segundo a lenda, decepou a mão de um gigante que exigia impostos dos navios. Alguns dizem que foi assim que a cidade ganhou seu nome "hand werpen ", ou perda da mão. Seja como for, a fonte impressiona, com a água jorrando da mão decepada do tirano.
Depois de andarmos bastante , voltamos para a gare . Desta vez pegamos um trem direto para Bruxelas.
Quando chegamos fomos jantar e logo após nos dirigimos para o nosso hotel ,pois estavamos cansados e felizes.
Ainda encontramos um pouco de energia para arrumar a bagagem ( que cada dia aumentava mais ), poia amanhã estaremos indo para Holanda.
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