Dia 4 de abril - quinta feira
Acordamos no horário normal e combinamos que tomaríamos o nossos café no hotel às 8 e meia da manhã. Não foi o café que esperávamos., mas tudo bem, era uma café austríaco.
Após o café subimos para pegarmos as nossas bagagens. Acertamos as contas na recepção do hotel. Na verdade só faltava pagar o café que tínhamos tomado, pois já tínhamos pago todas as diárias no primeiro dia. Pagamos 11 euros por cada pessoa no café.
Estava combinado que o filho de Katlin chegaria para nos levar para Budapeste , passando por Bratislava mais ou menos às 10 horas, mas 9 horas ele já estava no hotel. Todas as bagagens foram colocadas no carro e com mais ou menos 2 horas de viagem estávamos chegando a Bratislava. O tempo estava limpo, não estava nevando, mas o frio não passava dos 2 graus.
O nosso guia, falava muito bem português. Ele disse ter morado um ano no Rio de Janeiro e ter viajado muito pelo Brasil. Ele nos disse que o húngaro , é a segunda língua mais dificil e ele aprendeu português muito bem. Não possuía sotaque. Uma pessoa jovem, com mais ou menos 35 anos, muito conhecedor da história de Bratislava e bem simpático.
De Viena pra Budapeste , os campos já não estavam tão nevados.
Bratislava foi separada da República Checa em 1993, passando a ser a capital da Eslováquia.
Quando chegamos em Bratislava ele deu uma volta na cidade, mostrando sua arquitetura e sua história e estacionou o carro perto do Castelo.
Fizemos uma visita bem detalhada, onde ele ia contando toda a história e depois paramos para algumas fotos e filmagens. Demos uma parada em um loja de lembranças típicas do local.
Bratislavk'y Hrad ( Castelo de Bratislava)- de longe já se percebe o Castelo, que se parece com uma mesa de cabeça para baixo. Situado num morro perto do Danúbio, está voltado para a cidade. À distância não se nota que o prédio foi quase todo reconstruído na década de 1950, após ser reduzido a ruínas por um incêndio em 1811. Tem uma bela vista da Cidade Velha e dá par subir m uma das torres. O Castelo exibe mostras históricas do Museu Nacional Eslovaco.
Quando descemos do Castelo pegamos o carro e fomos para a parte antiga da cidade.
Consulado Brsileiro
O nosso guia nos deixou em uma praça e foi estacionar o carro. Daí em diante fizemos todo o
trajeto andando.
Na área para pedestre, no Coração da Cidade Velha há duas praças interligadas. Franstiskánska námestie e Havnné námestie, que no verão ganha vida com bares e restaurantes a céu aberto.
Visitamos o Dóm sv Martina ( Catedral de São Martinho)- esta pequena catedral foi erguida no final do século XVI depois que o exército turco dominou todo reino Húngaro e Bratislava se tornou a nova capital.
Os reis húngaros foram coroados na catedral até 1830. Por cima do Campanário há uma réplica da coroa do primeiro monarca e coroas douradas engastadas no piso marcam o trajeto das antigas coroações.
Ali perto está um memorial do Holocauto( é um monumento muito estranho, todo de ferro e didicil de descrever) e um muro com a imagem da antiga sinagoga da cidade que caiu em desuso após ter sido profanada por nazistas. Mais tarde foi demolida para dar lugar a uma avenida.
Em Bratislava tem umas estátuas bem interessantes.
Em um parede nota-se um homem nu que estava no sanitário, quando da passagem da coração do rei. Ele simplesmente saiu do sanitário, nu e ficou acocorado olhando por um buraco, para não perder aquela oportunidade rara.
Uma outra estátua representa um homem que era muito bom, sempre trazendo alegria por onde ele passava, que resolveram quando ele morreu eternizar com esta estátua.
Uma que não pode ser esquecida é do Cumil, um observador num bueiro que espia s pessoas passarem.
Andamos muito pelas ruas antigas de Bratislava e cada hora era contada um história, pelo nosso guia, que era muito conhecedor do assunto.
Ele disse que no Castelo tinha uma torre de observação com dupla finalidade: segurança contra as invasões e também para proteger contra os incêndios que eram muito frequentes, pois a população acendiam lareiras por causa do frio.
Depois de muito andarmos conhecendo a história d cidade, nosso guia orientou locais que poderíamos almoçar e marcamos um horário e local pra o encontro, para seguirmos a nossa viagem.
Depois do almoço fomos pra o local combinado e demoramos um pouco vendo umas apresentações militares e compramos algumas lembranças nesta mesma praça, onde várias barracas estavam armadas vendendo produtos típicos.
Pouco tempo depois o nosso guia chegou e voltamos a pegar estrada em direção a Budapeste.
Acho que demoramos mais ou menos uma hora e meia a duas horas. Na estrada ele nos mostrou uma estátua de um pássaro que faz parte da história da Hungria. Ele tinha orientado uma passagem por onde os húngaros deveria seguir para serem salvos, uma vez que já estavam muito debilitados em um determinado período de perseguição.
Chegamos em Budapeste mai ou menos às 17 horas. Nosso guia nos deixou no hotel, que era muito bem localizado ( orientação de sua mãe) e ficou combinado que no dia seguinte sua mãe passaria no hotel às 9 horas da manhã para conhecermos a cidade
Esta vinda de Viena para Budapeste passando por Bratislava, não foi barata mas levando em consideração que estavamos em um carro particular, com guia falando português , com toda a dedicação e tomando conhecimento de uma história que seria dificil na língua húngara e em falar na comodidade, valeu o pagamento.
Depois de tudo organizado no hotel , resolvemos explorar a redondeza, uma vez, como já tinha dito o nosso hotel ficava muito bem localizado. A rua era cheia de esplanadas, que com certa no verão deveria ficar bem lotada. O frio estava melhor. Foi o local de temperatura mis alta ( 6 graus). O tempo estava limpo e andamos um bom pedaço da rua, pois estavamos procurando um mercado. Eu e minha irmã entramos em um grande mercado e fizemos o pagamento em euros. Quando voltamos para o hotel já começava a escurecer.
Mesmo sem falar húngaro, conseguimos comprar tudo que precisavamos para o nosso café. Para resolver os sus problemas com a língua, misture um pouco de português, com inglês e com francês. Com certeza, no final tudo vai dar certo e você sai com tudo resolvido. Experiência própria.
Na entrada do hall do hotel tinha uma lojinha, onde já começamos a observar preço e artigos típicos.
Fomos para o nosso quarto do hotel, onde os tres tomamos um bom café, conversamos, usamos a internet, pra ver as novidades e mandar notícias para os parentes.
Da janela do nosso quarto a paisagem era lindíssima. Víamos o Castelo todo iluminado e o Relógio também iluminado.
Fomos dormir para amanhã aguentarmos programação que será bem puxada. Quando acordava durante a noite, admirava a visão do Castelo
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