terça-feira, 27 de maio de 2014

Retornando à Europa na Primavera de 2014- Voltando para Lisboa


   Dia 7 de maio - quarta feira

                  Como  já tinha dito, os nossos panos seria dormirmos em Munique e irmos para o aeroporto bem relaxados, mas  houve um problema na data da reserva do hotel e quando  descobrimos, e tentamos fazer uma nova reserva no próprio hotel, descobrimos que todos os hoteis e Munique estavam lotados, pois iria ter um Congresso Internacional naquela data.  Reservamos um em Augusburg por segurança, mas depois meu marido conseguiu  reservar  em Innsbruck, que terminou sendo a melhor coisa, pois desfrutamos mais um dia deste lindo local.
      Com tudo resolvido no hotel, ficou combinado que sairiamos de Innsbruck às oito horas da manhã com destino o aeroporto de Munique.
      Depois o café  da manhã, descemos e 8 horas nosso motorista guia  já estava chegando.
      O dia estava bonito e  com mais ou menos duas horas e meia estavamos chegando no aeroporto.
      Milos, nos deixou no aeroporto. Agradecemos  por todos os dias que ele nos conduziu e fizemos planos para o próximo ano. Foram dias maravilhosos.
       Mais ou menos 10 e meia  da manhã estávamos com nossa bagagem dentro do aeroporto e Milos seguia sua vigem com destino à Praga, que teria uma duração de mais ou menos tres horas.



         O nosso voo estava confirmado para às 14 horas e 05 minutos e a duração é de mais ou menos tres horas. A nossa maior dificuldade foi encontrar  o local para fazermos o check-in, pois só existe a companhia Lufthansa em todos os guiches. Depois de algumas perguntas, meu marido consegui localizar.
          Não tivemos problemas com bagagem e tudo foi muito simples.
          Fomos para o local de embarque, fizemos lanche e andei um pouco pela redondeza.
           Nosso voo saiu no horário que estava confirmado.



          A viagem foi bem agradável e no horário previsto estávamos chegando em Lisboa. A temperatura estava bem mais amena. Na verdade quase não pegamos  frio nesta viagem. O dia que mais ventou e esfriou foi  quando fomos visitar Dachau.


     
          Pegamos um taxi e no aeroporto e fomos direto para o hotel. A viagem teve uma
   





Retornando à Europa na Primavera de 2014- Conhecendo Innsbruck


   Dia 6 de maio - terça  feira

                 Innsbruck situada `beira do rio Inn, com 128 mil habitantes, deve parte do seu charme às montanhas de neve eterna que a rodeiam.
               Hoje seria o nosso tour em Innsbruck. O motorista passou no hotel mais ou menos às nove e meia.



        Em primeiro lugar pensamos em irmos na montanha chegando de carro até Igls. Um local bem tranquilo. Quando chegamos notamos que o teleférico que levava ao topo da montanha  não estava funcionand




          Voltamos para o centro de Innsbruck  e decidimos que a montanha que iriamos seria  Nordpark.




   Esta seria o ponto final da nossa chegada caso o teleférico estivesse funcionando.



     Trajeto para o centro de Innsbruck , saindo de  Igls.




                              Esta é a visão da montanha onde estavamos indo-  Nordpark




                                    Acesso para  a primeira montanha falada. Muito bonita a sua arquitetura.



                                 Este mapa é da montanha que vamos visitar


                            Chegamos de carro até este estacionamento.  Compramos o bilhete para acesso aos dois trechos da montanha. Fomos de funicular , pois os teleféricos não estavam funcionando. Chegamos a quase 3.000 metros de altura.



     A neve já estava muito  pouco. A estação de esqui não estava funcionando. O local estava aberto somente para visita e visão da cidade do alto.
      Claro que tinha que tirar alguns retratos  nesta neve. Nosso motorista bateu uns retratos eu tentando ficar em pé e caindo. Resolvi tirar os retratos sentada.
        Deste ponto para cima, poderia ser feito andando. Só quem fez  foi o motorista. Eu e meu marido ficamos sentados tirando retratos e fazendo algumas filmagens.




                                      Esta é a vista de Innsbruck  do alto da montanha.



         Na primeira para do funicular, possuia um restaurante com mesas do lado de fora, onde em geral as pessoas paravam para almoçar e admirar a paisagem. Claro que não perdi a oportunidade de almoçar um bom gulasch.
O Gulasch foi inventado na Hungria, que fez parte do império (Austro-Húngaro) por muitos séculos. 
    Conheci esta comida em Budapeste, quando eu  minha irmã  tomamos esta deliciosa sopa em um jantar tipico e no dia seguinte no Mercado local.


       

                            Esta placa é uma homenagem a um pessoa que morreu numa avalanche




                            Estas redes e estas grades servem para proteção de avalanche.
 Neste local fiz algumas filmagens , onde se notava um trabalho intenso de trator  já preparando a pista par a temporada de esqui. Eles deixam o solo bem batido e limpo. Quebram os blocos de gelo e retiram todas as pedrinhas encontradas .




                   O teleférico não estava funcionando por não ser  período de prática de esqui.


   Nota-se na estação de descida, a palavra Adeus, escrita em várias línguas. Observe que está escrita em português também.
      Fiz uma filmagem de pessoas subindo a montanha à pé.


 
       Quando chegamos no estacionamento, pegamos o  carro e fomos  fazer o tour pela parte antiga da cidade. Nosso motorista, encontrou um estacionamento bem perto dos pontos turísticos. a pé  pode-se visitar a maioria das atrações.



         Quando saimos do estacionamento passamos pelo Teatro  e logo depois fomos visitar o Hofburg ( Palácio Imperial)- não entramos -
         Neste Palácio, você encontra as salas decoradas da época, com pinturas  da rainha Maria Thereza e seus 16 filhos ( entre eles a futura e decapitada rainha da França, Maria Antonieta ).



                                               Esta é a fachada do Palácio de Hofburg





                                              Esta fonte fica próximo ao Palácio

         
            Depois que observamos bem a praça onde fica o Palácio,   o Dom e St. Jacob, entramos em uma rua estreitas, cheia de lojas, com boas compras.
           Compramos algumas lembranças e nosso motorista também.




                Esta casa, é tida como a casa mis bonita de Innsbruck. isto é uma verdade. Bem proximo  está o prédio mais fotografado da cidade: O Goldenes Dachi. Este Palácio de telhado dourado abriga o Maximilianeum - um museu dedicado ao Imperador Maximiliano I, que foi um dos pioneiros do alpinismo.




                           Estas lindas casas ficam no centro  histórico da cidade.






                              Esta  é a Igreja imperial ( Hofkirche )- igreja dedicada ao Imperador  Maximiliano I,  guarda o túmulo do arquiduque  Ferdinando. Dentro dela tem 28 estátuas gigantes dos reis e duques do Tirol.






    As carruagens que ficavam na Praça, para os turistas passearem na parte antiga da cidade.



           Neste local toma-se o funicular  para chegar no  Bergisel Ski Jump.


                       
                          Depois que saimos da parte antiga da cidade e pegamos o carro no estacionamento, demos uma volta na cidade.


               Como ainda estava claro o dia, o nosso motorista e guia nos levou para conhecermos a ponte mais alta da Europa. Ela  facilita o acesso  à Itália.








                                              Neste retrato nota-se como a ponte é alta.


                             
                            Esta arquitetura é muito linda. O funicular que não utilizamos pois estava  em manutenção.  Seu ponto final seria esta estação de ski, depois de ser utilizado  também o teleférico.

   
     Depois de conhecermos a ponte mais alta, fomos  para o hotel, acabar de arrumar a bagagem, pois amanhã pela manhã, sairemos de Innsbruck às 8 e meia da manhã direto para o aeroporto de Munique, com destino à Lisboa.
    Deixamos tudo arrumado e fomos dormir mais cedo depois de ficarmos um pouco na internet mandando mensagens para os familiares.

Retornando à Europa na Primavera de 2014- Ida para Innsbruck


      Dia 5 de maio- segunda feira


     
         
            Depois do café da manhã, mais ou menos no horário de sempre, nosso motorista chegou.  Nosso destino agora seria  Innsbruck. Resolvemos que iriamos pela auto estrada e que não iríamos fazer paradas.
            A distancia entre as duas cidades era de mais ou menos 180 quilometros. Nossa programação inicial seria que ficariamos um noite em Innsbruck e no dia seguinte sairíamos depois do almoço do dia seguinte. com destino a Munique, pois iriamos pegar um voo para Lisboa no dia 7 de maio.
           Quando ainda em Salzburg, meu marido observou que a reserva do hotel que tinhamos feito para o dia 6 de maio, perto do aeroporto, na verdade constva como sendo 6 de abril. Ficamos meio desesperados pois não se conseguia uma vaga em nenhum hotel de Munique, pois iria ter um congresso e todos os hoteis  nesta data estavam lotados.
 Nosso filho do meio, aqui no Brasil tentou se comunicar com a rede de  hotéis mas como era um dia de domingo , nada ficou resolvido.
      Meu marido passou um email para o hotel de Munique e les responderam que tinham cancelado a reserva por se tratar de uma data invalida e que não possuiam quarto disponivel para aquela data.
     Como Augsburg fica à 86 quilometros de Munique meu marido resolveu por garantia reservar uma vaga no hotel para o dia 6 de maio. A distância aumentou, mas o problema estava resolvido até encontrarmos uma solução melhor.
 


         Lembramos de entrar na internet e verificar se o hotel que iriamos ficar teria vaga para mais um dia. Como encontramos disponibilidade, mudamos os nossos planos. Reservamos mais um dia em Innsbruck- que foi uma boa coisa -  e cancelar a reserva de Augsburg.
        Ficou combinado que sairiamos  8 horas da manhã do dia sete  e iriamos direto para o aeroporto de Munique, uma vez  que a distância daria para fazer em duas horas e nosso voo sairia somente às 14 horas mais ou menos.
         Tudo resolvido.




              A viagem de Salzburg para Innsbruk, foi ótima.  A temperatura estava agradável e não chovia. Quando chegamos fomos direto para o hotel. Foi um pouco complicado a entrada para o hotel. Saltamos do carro para pedir informação na portaria. Eles disseram que deveriamos entrar no estacionamento e que teriamos 15 minutos para deixar as bagagens.
      Orientamos nossos motorista e tudo deu certo.
      O hotel ficava  muito bem localizado e a gare principal ficava na nossa frente. Esta foto acima foi tirada  da janela do nosso quarto. Sempre admirando as neves eternas.



         Enquanto meu marido descansava um pouco, fui em um mercado que ficava do outro lado da rua e aproveitei para comprar o básico para o nosso café da noite e da manhã. Fiz também algumas comprar para lembrar pra os parentes e amigos.



         Quando cheguei no hotel com as comprar, foi só dando uma arrumada geral e saimos para explorar a redondeza e almoçar.
     

             Innsbruck é a capital do Tirol e é uma das cidades mais antigas da Europa e também uma ds estâncias de esqui mais célebres dos Alpes.
            É atravessada pelo rio Inn de onde vem o nome. A palavra Bruck ou Brucke em alemão significa ponte, o que leva a cidade a chamar-se "Ponte do Rio Inn"



        Andando pela redondeza encontramos uma esplanada perto do  hotel, onde resolvemos comer uma pizza com refrigerante. Para a nossa surpresa no refrigerante estava a propaganda da Copa do Mundo no Brasil. Fomos atendidos por um turco muito simpático, que bateu um bom papo com meu marido.
         Quando acabamos o nosso lanche, continuamos a explorar a região.  A paisagem é muito linda, pois  a cidade fica toda contornada pelos Alpes com seus picos alvos de neve.
         A temperatura estava bem agradável. Bastava um casaco para matar o frio.



        Saimos andando e resolvemos dar uma volta por dentro da estação de trem. A cidade estava bem movimentada. Comecei a imaginar , como seria na época  de inverno, por ser uma estação muito procurada.



        Interessante como o europeu gosta de andar de bicicleta. Fico impressionada com pessoas tão idosas andando com uma habilidade incrivel.
        Vendo estas bicicletas, me lembrei do maior estacionamneto de bicicleta que conheci, até hoje. Foi em Amesterdã. Tinha vários andares e na parte de baixo um número incálculavel.
         Em Paris uma coisa que me chamou atenção: foi ver  pessoas de paletó e gravata e pasta de executivo, indo trabalhar de bicicleta.
        Aqui no Brasil  era logo classificado como pobre ou "unha de fome". Aquele que  não gosta de pagar transporte.


         Dentro da gare principal nota-se o movimento de gente chegando e saindo, comprando seus bilhetes e e deslocando com a maior facilidade. Pontualidade é coisa que não falta.
         Todo mundo sempre correndo, pois sabe que o trem não espera.
         Observamos algumas lojas, dentro da gare, mas nada compramos.


           Atravessamos a rua e fomos para o hotel. Notamos que o motorista poderia parar na lateral do hotel, que ficaria mais fácil o nosso acesso.
           Para entrar no hotel poderimos subir a escada rolante e sairmos na recepção ou descer  de elevador  e já sairmos  na rua.
         Turista é assim mesmo: cada dia descobri uma facilidade.
         Quando chegamos no hotel fui entrar um pouco na internet, falar com os filhos, arrumar o necessário.
        A arrumaçao agora, já estava sendo um pouco mais trabalhosa pois já era definitiva para ser entregue no aeroporto.
        Antes , bastava jogar em sacola , o que estivesse sobrando e colocar dentro do carro.
        Foi muito bom passar quinze dias viajando de carro pela República Checa, Alemanha e Austria.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Retornando à Europa na Primavera de 2014- Conhecendo os lagos e os Alpes Austriaco


       Dia  4 de maio -domingo




         O dia amanheceu limpo e indicava que a chuva  não iria aparecer. Tomamos nosso café no quarto e nos preparamos para esperar o motorista. Este primeiro retrato  foi tirado do corredor do hotel.



           Estavamos no hall do hotel esperando nosso motorista, quando ele chegou no horário combinado, estacionou o carro e foi ter acesso a internet do hotel. Poucos minutos depois já estavamos de partida para a nossa aventura nas montanhas e lagos da Austria.



          Na noite anterior eu tinha lido alguns blog que desse algumas dicas como aproveitar melhor o dia. O nosso motorista também tinha estudado alguns roteiros e chegamos à conclusão que o melhor caminho seria  a direção da região de Salzkammergut e passariamos por St. Gilgen, St Wolfgang e nossa para final seria Hallstatt .
     No blog orientava para seguir pela Wolfgangsee strasse e depois pela B 158 que era o trajeto mais bonito.
    Esta pessoa do blog dizia que este passeio foi mais interessante que  visitar Salzburg. Ela achou que Salzburg explora muito o turista.
     Algumas informações que encontrei pesquisando os blogs:  
Salzkammergut em alemão significa "terra dos depósitos de sal", nome plenamente justificado pela imensa quantidade de minas de sal da região, fonte de riqueza para os reis da dinastia Habsburg por centenas de anos (e até para tribos célticas, antes mesmo dos Romanos) . Lembrem-se que até o início das grande navegações e a consequente descoberta de novos fornecedores de especiarias, para temperar comida a única coisa decente que os cozinheiros tinham à mão era sal. E a realeza austríaca controlava boa parte das minas produtoras desse produto na Europa. Só mais recentemente, depois da 2a Guerra Mundial, os austríacos descobriram o potencial turístico da região, ideal para passeios, iatismo, prática de esportes aquáticos, banhos de sol,  escaladas, ciclismo, hiking, atividades de inverno e muitas outras oportunidades de lazer. 
A Áustria possui mais de 300 lagos, fruto de antigas geleiras que derreteram e formaram montanhas e imensas áreas de água doce. Os maiores e mais impressionantes lagos do país se concentram aqui.
         As paisagens  cada vez se tornava mais deslumbrantes. Cidades pequenas, casas  no campo, os lagos com suas águas cristalinas, as neves eternas, as florestas com um matizado de verde.
         Sempre davamos uma paradinha para admirar mais de perto a paisagem e registrar  com a  nossa máquina fotográfica e fazer uma bonita filmagem



         A beleza era de chamar a nossa atenção: montanhas nevadas, lagos cristalinos, casas no meio do campo e tudo isto passava uma paz muito grande.





 É muito legal perceber na paisagem a harmonia, o jeito que as cidades da região de Salzkammergut se mesclam com suas pequenas fazendas, sem nos deixar perceber quando termina uma e começa a outra.



                Depois de algumas paradas chegamos   à cidade de 
St. Gilgen, às margens do lago Wolfgangsee, de 13 quilômetros quadrados e 15 quilômetros de extensão (muito delgado).
       Sempre as montanhas  bem esverdiadas com seu topo nevado nos acompanhava para enfeitar o nosso caminho.
      Como passeavamos  no ínicio da Primavera – completamente fora de temporada (Jun-Ago),  frequentemente encontravamos vilarejos de incrível beleza, como que abandonados, parecidos com uma cidade fantasma. Explica-se. A maioria das casas de veraneio e hotéis se encontravam vazios e, consequentemente, praticamente não havia movimento ou comércio. 


         Passamos por várias estações de esqui, mas não estavam funcionando pois a neve não dava mais condições. Paramos em uma para fazermos um lanche, mas entramos no restaurante , como a demora do atendimento estava demais, resolvemos  almoçar mais para frente.
     Nesta estação notamos que o teleférico estava desativado. O que parece ser mais movimentado nesta época é o ciclismo, pois encontramos várias pessoas, inclusive idosos, que nos chamou muito a atenção.
      Estava tendo um tour  de ciclismo, mas já chegamos no final quando os organizadores já estavam  desativando e liberando a estrada.



             E os lagos  e as montanhas  continuavam nos seguindo para o nosso prazer.
            Já estavamos nos aproximando de Hallstatt.


                Logo que chegamos , procuramos um local para estacionar o carro. Claro que este lugar não ficava no centro da cidade. Andamos um pouco , sempre lado a lado com o lago , e procurando fazer um caminho mais curto, passando até por ruas mais estritas e fundo de casas.


      Andando um pouco mais , o nosso guia chamou a nossa atenção pra as marcas das enchentes. Ele nos disse que algumas marcas com as datas tinham sido no mesmo período de Praga.
     Continuamos a nossa caminhada até chegarmos na Praça, onde depois de tirarmos alguns retratos  e fazermos as nossas filmagens, resolvemos almoçar. Para ganharmos tempo, encontramos uma barraca,onde várias pessoas estavam fazendo um lanche e que possuia umas mesas do lado de fora, que ficava bem em frente do lago. Comemos a nossa salsicha  apimentada acompanhada de  pão que é muito tradicional  e tomamos um refrigerante.




          Parece que a região de Salzkammergut se transforma a cada mudança de cidade, apesar dos ingredientes serem basicamente os mesmos: lago, montanha, florestas (tipicamente de pinheiros) e construções de arquitetura austríaca. O lugar é tão bonito – mesmo para os padrões da região – que muitos nazistas famosos decidiram morar aqui, como o famigerado SS Adolf Eichmann, o maior "arquiteto" do Holocasto. 


      Depois do nosso lanche, meu marido resolveu que iria ficar sentado, admirando aquela linda paisagem e eu juntamente com o nosso motorista queriamos conhecer uma igreja que ficava no alto da montanha que possuia  um local com os cranios pintados.
     E começamos a nossa longa caminhada pela rua que ficava colada ao lago.
   


       As casas que a compõem Hallstatt ficam tão próximas umas das outras, que muitas só tem possuem acesso pelo lago. Ruelas se cruzam em meio aos telhados das casas. Bizarro e encantador, ao mesmo tempo. Um verdadeiro cartão postal vivo, não importa o tempo que esteja fazendo ou o ângulo em que você bata a foto.


               cidade de Hallstatt, às margens do lago Hallstätter e no sopé das montanhas Dachstein, o ponto alto de minha road trip pela região deSalzkammergut. Trata-se de um dos patrimônios da humanidade segundo a UNESCO, um pequeno vilarejo medieval inteiramente à beira do lago, tão, mas tão bem preservado, que nenhum carro pode passar por essa cidade de pedestres e ciclistas: os austríacos construíram um túnel por baixo da cidade que te leva ao outro lado da rodovia.


         Depois de uma boa caminhada, chegamos em uma praça que estava tendo a premiação de um tour de ciclismo.
      Notamos que a igreja ficava  encravada parte bem alta da montanha. Subimos as escadas e chegamos e chegamos na entrada da área da igreja , que começa com um cemitério muito bem tratado.



          Visitamos todo o cemitério e entramos na igreja. Notamos que não era o local  que estavamos procurando ( os  cranios pintados).




        Aproveitamos para tirar alguns retratos, tendo a visão da cidade e do lago do alto.




          Predominantemente barroca em estilo, ela é muito antiga (fundada em 1311, mas com bases de 5.500 AC) e comprovadamente aqui surgiu a primeira mina de sal comercial da Europa. 

   

        Passamos outra vez por dentro do cemitério, ao lado da igreja e encontramos o local que tanto procuravamos.É exatamente este local da foto abaixo. Fica um senhor que cobra 1,50 euros. É uma sala pequena onde na parte superior ficam os crânios arrumados e na parte inferior, bem empilhados e arrumados os os outros ossos.
      Observe no retrato superior, que os crânios são pintados. Fomos informados que os pintados coloridos, são de pessoas jovens e que as pessoas idosas eles são  pintados de cores escuras.
      Quando daí saimos fomos  encontrar meu marido que estava sentado no local em que  fizemos o lanche.
       Estavamos bem cansados. Quando nos encontramos, ficamos ainda admirando a linda paisagem e fomos para o estacionamento  para voltarmos para Salzburg.
       Quando chegamos no hotel percebemos que tínhamos andado 250km , já eram 18 horas mais o dia tinha sido um dos mais agradáveis da nossa viagem, até aquele momento.
      Este é um local que deve ser visitado antes de morrer. A beleza da natureza, a paz e a dedicação das pessoas que tratam deste lugar.
      As montanhas e os lagos da Áustria devem fazer parte do roteiro de viajantes exigentes e apreciadores do que é bom e belo.
   

         Algumas informações extras:


       A grande atração de Grundlsee  se encontra   em um tesouro "escondido", que só se alcança depois de uma caminhada de 15 minutos por dentro da floresta, em uma trilha selvagem. O prêmio chama-se Toplitzsee, o famoso lago "nazista" que, reza a lenda urbana, abriga em suas profundezas caixas e caixas de ouro do Terceiro Reich, supostamente escondidas ali um pouco antes do final da Segund Grande Guerra. Aparentemente os Nazis também usavam o lago para testes militares e para esconder barras do metal amarelo. Muitos caçadores de recompensa acabaram pagando com a vida nas suas loucas tentativas de explorar as peculiares águas escuras e frias do lago: além da profundidade incomum (108 metros no total), não há oxigênio depois da marca de 20 metros, devido a alta salinidade. As autoridades intervieram e hoje o mergulho autônomo é proibido. Pouco ouro de verdade foi encontrado, mas diversos artefatos alemãs, incluindo munição, armas, explosivos, torpedos e até dinheiro falso (libras esterlinas, projetadas para enfraquecer a economia inglesa) foram encontrados aqui.